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Dra. Michele Bittar – Clínica e Cardiologia com foco em Medicina Ortomolecular / Integrativa

A fadiga é uma queixa comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, impactando significativamente a qualidade de vida. Mais do que um simples cansaço passageiro, a fadiga persistente pode ser um sinal de desequilíbrios mais profundos no organismo.

A fadiga pode estar relacionada ao estresse crônico, mas é importante investigar as causas subjacentes, que podem variar desde deficiências nutricionais e desequilíbrios hormonais até condições médicas mais sérias.

Para qualquer pessoa que experimente fadiga persistente, é imperativo buscar orientação médica para um diagnóstico preciso e plano de tratamento mais adequado.

Qual médico trata fadiga e cansaço?

A dra. Michele Bittar é médica especialista em clínica médica e cardiologia, com foco em medicina ortomolecular e propõe abordagens para restaurar o bem-estar e a energia. Atua em consultório particular em Belo Horizonte, oferecendo atendimento próximo, ético e individualizado.

Formada em Medicina pela UFJF há 20 anos, realizou residências médicas em clínica médica no Hospital Universitário Ciências Médicas – BH e em Cardiologia no Hospital Vera Cruz – BH. Na busca de uma prevenção efetiva, de um diagnóstico e tratamento funcional que pudesse, de fato, auxiliar os pacientes, realizou o Curso Integrativo de Medicina Ortomolecular.

Seu foco é oferecer um atendimento acolhedor, com escuta atenta e explicações claras, para que seja elaborado um diagnóstico funcional e um tratamento individualizado. O objetivo é compreender o que está ocorrendo dentro de uma célula, quais vias bioquímicas podem estar sendo prejudicadas e, se possível, como e por que isso está ocorrendo.  

Se você sofre de fadiga e cansaço agende sua consulta. Vamos conversar e buscar juntos o melhor caminho para sua melhor qualidade de vida.

Veja as avaliações dos pacientes sobre o atendimento da Dra Michele:

O que é fadiga?

  • cansaço extremo e persistente
  • desgaste físico ou mental
  • sem melhora com o descanso
  • ausência de energia para realização de atividades do dia-a-dia

Quais são as causas de fadiga?

  • Estilo de Vida: falta de sono, estresse, dieta inadequada, sedentarismo, excesso de esforço físico ou mental.
  • Doenças: anemia, problemas de tireoide (hipotireoidismo), diabetes, doenças cardíacas, infecções, doenças renais, distúrbios do sono, depressão, fibromialgia, câncer.
  • Medicamentos: alguns remédios, como anti-alérgicos, antidepressivos, betabloqueadores.

Quais são os tipos de fadiga?

  • Fadiga muscular: ocorre quando a pessoa força muito o corpo em uma determinada atividade física, gerando um grande cansaço físico, podendo haver falta de energia e indisposição no corpo todo.
  • Fadiga mental: ocorre por excesso de esforço mental, levando à dificuldade de concentração e irritabilidade. Pode acontecer ao ficar muitas horas focado numa atividade, como uso da internet, celular, estudos ou noticiários, por exemplo.
  • Fadiga adrenal: ocorre devido à dificuldade do corpo em lidar com altos e prolongados níveis de estresse. Geralmente é crônica e pode levar à dificuldade de concentração, alterações de humor, irritabilidade e exaustão.
  • Fadiga crônica: ocorre como consequência da Síndrome da Fadiga Crônica, com sintomas que vão além de somente fadiga e que persistem por mais de seis meses.

O que é o estresse e como ele se manifesta?

Ao contrário do que se pensa, o estresse, inicialmente, não é algo prejudicial. Ele é considerado uma reação natural pela qual nosso corpo passa após vivenciar situações de perigo ou ameaça. Entretanto, ao desencadear essa reação, o organismo apresenta alterações físicas e emocionais.

Quais os tipos de estresse?

Estresse agudo

O estresse agudo é caracterizado por episódios curtos e transitórios por meio dos quais entramos em estado de “luta” ou “fuga”, liberando a adrenalina e o cortisol para lidar com alguma adversidade. Neste estágio, os sintomas são passageiros, podendo durar poucos minutos. As principais reações do estresse agudo são:

  • Aumento da frequência cardíaca
  • Respiração acelerada
  • Sudorese
  • Tensão muscular

Estresse crônico

O estresse crônico é caracterizado por sintomas persistentes e duradouros, que podem ser advindos de uma série de situações estressantes repetidas, fazendo com que o indivíduo se sinta estressado por um longo período.

O estresse crônico pode desencadear alterações hormonais, endócrinas, cardiovasculares e imunológicas que, a longo prazo, são capazes de causar problemas de saúde como:

  • Distúrbios do sono
  • Ansiedade
  • Hipertensão arterial
  • Acidente vascular cerebral (AVC)

O que é o cortisol?

O cortisol é um hormônio, um glicocorticóide, produzido na glândula suprarrenal ou adrenal, localizada acima dos rins, a partir da molécula do colesterol. Mas além do cortisol, a glândula suprarrenal também produz outros hormônios, como aldosterona, DHEA, progesterona, estrógenos, testosterona.

O cortisol, por sua vez, atua na regulação do metabolismo, da função imunológica e inflamatória e da função cardiovascular.

Quais são os efeitos do cortisol nos órgãos e sistemas?

Ação do cortisol no metabolismo

  • Aumenta a produção de glicose no fígado, protegendo contra a hipoglicemia do jejum
  • Reduz a produção de proteínas e permite sua degradação
  • Estimula a quebra de gordura no tecido adiposo
  • Estimula, direta ou indiretamente, a secreção de insulina pelo pâncreas

Ação do cortisol na pele e subcutâneo

  • Afeta o colágeno, reduz a espessura da pele, prejudica a cicatrização, causa fragilidade capilar, ou seja, de pequenos vasos sanguíneos

Ação do cortisol nos músculos, ossos e metabolismo do cálcio

  • Enfraquece a musculatura, principalmente dos músculos proximais, das cinturas pélvica e escapular.
  • Nos ossos, ocorre a redução da sua densidade
  • Leva à perda de cálcio na urina

Ação do cortisol no sistema imunológico e inflamatório

  • Inibe o sistema imunológico e inflamatório e inibe a produção de anticorpos

Ação do cortisol na função cardiovascular

  • Aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial

Ação do cortisol na função cerebral e ocular

  • Influencia no comportamento, estimula o apetite, o humor e a vontade
  • Em níveis excessivos, podem provocar euforia, irritabilidade, labilidade emocional, depressão, psicose, insônia e diminuição da libido
  • Aumenta a pressão intra-ocular, predispondo ao glaucoma e aumenta a incidência de catarata

Ação do cortisol no equilíbrio de água e eletrólitos

  • Estimula a filtração nos rins, facilitando a excreção de sódio e água

Como o cortisol acelera o envelhecimento?

A conexão entre o estresse, o cortisol e as estruturas protetoras em nosso DNA, conhecidas como telômeros podem acelerar o processo de envelhecimento.

O que são telômeros e por que são importantes?

Imagine os cadarços dos seus sapatos. Na ponta de cada um, há uma pequena capa de plástico que impede que eles se desfiem. Os telômeros funcionam de maneira semelhante para o nosso DNA. Eles são sequências repetitivas de DNA localizadas nas extremidades dos nossos cromossomos, que são as estruturas que contêm nosso material genético. Sua principal função é proteger o DNA durante a divisão celular.

Cada vez que uma célula se divide, uma pequena parte do telômero é perdida. É um processo natural. No entanto, quando os telômeros ficam muito curtos, a célula não consegue mais se dividir de forma eficaz e entra em um estado chamado senescência (envelhecimento celular) ou morre. O comprimento dos telômeros é, portanto, considerado um marcador biológico do envelhecimento celular e da saúde geral.

Existe também uma enzima chamada telomerase, que atua como um “reparador” dos telômeros, ajudando a manter seu comprimento. A atividade dessa enzima é crucial para a longevidade celular.

Consequências do encurtamento acelerado dos telômeros, impulsionado pelo estresse e pelo cortisol para o envelhecimento e a saúde

O estresse crônico e a ação prolongada do cortisol podem levar a um envelhecimento celular precoce, onde nossas células se comportam como se fossem mais velhas do que realmente são, impactando a funcionalidade de tecidos e órgãos. Há um maior risco de desenvolvimento de doenças relacionadas à idade, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e certos tipos de câncer.

Ainda, níveis cronicamente elevados de cortisol podem suprimir a atividade da telomerase, a enzima que é responsável por manter o comprimento dos telômeros. Essa supressão é particularmente notável em células do sistema imunológico, o que pode comprometer a capacidade do corpo de combater doenças e se reparar.

Veja as avaliações dos pacientes sobre o atendimento da Dra Michele:

Como surge a fadiga adrenal?

A fadiga adrenal pode surgir após um processo crônico de cortisol elevado capaz de exaurir as glândulas adrenais.

O estresse crônico é uma das causas de fadiga ou insuficiência adrenal.

Ele leva à produção inadequada de cortisol, prejudicando a manutenção da sensação de bem-estar e saúde. 

Quais são os sintomas mais comuns de fadiga adrenal?

  • Fadiga
  • Concentração reduzida
  • Mudança do estado de humor
  • Insônia
  • Disfunções sexuais
  • Comprometimento imunológico

Outros sinais e sintomas de exaustão adrenal

  • Irritabilidade
  • Depressão/ Ansiedade
  • Desejo por doce e sal
  • Emagrecimento
  • Intolerância ao frio
  • Artrites
  • Alergias
  • Taquicardia
  • Perda aguda de cabelo
  • Intolerância ao álcool
  • Hipotensão
  • Pele (eczema, psoríase)
  • Olheiras
  • Mãos e pés úmidos
  • Colite, abdômen inflado
  • Cefaléia

Em que momento do dia os sintomas são mais intensos?

Observando a curva circadiana do cortisol, há alta concentração pela manhã e baixa concentração no final do dia. Assim, o sintoma mais precoce da exaustão, da intensa fadiga ocorre no final do dia, que posteriormente pode se estender também pela manhã, quando a produção do cortisol atinge níveis muito reduzidos.

Causas da insuficiência adrenal

É preciso afastar outras causas, além do estresse crônico de longo prazo, como:

  • Metástases
  • Hemorragias
  • Infecções
  • Uso de corticóides
  • Doença de Addison

Doenças e condições clínicas relacionadas com à fadiga adrenal

  • Fibromialgia
  • Doenças auto-imunes
  • DPOC (enfisema pulmonar)
  • Alergias
  • Alcoolismo e uso de drogas
  • Asma
  • Intolerância química
  • Síndrome da fadiga crônica
  • Hipotireoidismo não responsivo ao tratamento
  • Disfunções sexuais
  • Doenças infecciosas

E como suspeitar do diagnóstico de fadiga adrenal?

O diagnóstico é feito, principalmente, pelos sinais e sintomas.

E pode ser confirmado pela dosagem do cortisol no sangue e na saliva, através da curva do cortisol.  Também são dosados DHEA e aldosterona.

Como é realizada a curva do cortisol?

Deve-se colher pelo menos 3 amostras de saliva no decorrer do dia.

Se acordar durante a madrugada espontaneamente deve-se colher, também, uma amostra naquele momento.

  • Manhã: qualquer momento em que despertar, a partir das 5:00h. Não se deve usar despertador. O objetivo é saber quanto libera de cortisol livre capaz de despertá-lo pela manhã.
  • Tarde: colher a saliva entre 16:00 e 17:00h.
  • Noite: colher a saliva entre 22:00 e 23:00h.
  • Madrugada: colher somente quando houver despertar espontâneo entre 1:00 e 5:00h.

Existe diferença entre a dosagem do hormônio no sangue e na saliva?

Sim! Quando dosamos hormônios no sangue, é avaliada a capacidade de produção e armazenamento dos hormônios, não informando se estão ou não atuantes. Já a dosagem salivar nos informa o quanto de hormônio disponível (livre) está atuando junto às células.

  1. Dosagem dos hormônios no sangue: mostra o que a pessoa produz e armazena.
  2. Dosagem dos hormônios na saliva: mostra o quanto dessa produção e armazenamento o corpo é capaz de disponibilizar para uso.

Pode haver sintomas, mas com exame do cortisol normal?

Sim, há casos em que o cortisol pode estar normal.  Por isso, há controvérsias quanto à existência ou não da doença denominada fadiga adrenal.

Mas existe a pessoa com história e exame clínico suspeitos e que apresenta melhora dos sintomas com o tratamento ortomolecular!

Qual é o tratamento para a fadiga adrenal?

O tratamento envolve:

  • Avaliação do estresse adrenal
  • Avaliação e controle do estresse oxidativo
  • Aminoácidos precursores
  • Avaliação de inflamação crônica silenciosa não infecciosa
  • Repor e balancear hormônios, se necessário
  • Adaptógenos: produtos naturais que ajudam o corpo a se adaptar e a lidar melhor com o estresse.
  • Terapia mente-corpo
  • Dieta: consumir alimentos orgânicos e sem aditivos. Melhores frutas: papaia, manga, pera, kiwi, maçã e ameixa. Evitar estimulantes como: café, chocolate, chá-preto, álcool. O chá verde pode ser usado.
  • Exercícios: devem ser realizados pela manhã sob a luz do sol. Evitar atividades noturnas. Devem ser regulares, aeróbicos.

Portanto, se você apresenta os sinais e sintomas descritos, já realizou diversas formas de tratamento sem melhora ou encontra-se mais doente ainda por estar sem tratamento, porque seus exames tradicionais estão normais, buque uma avaliação especializada.

Entre em contato e agende sua consulta, terei prazer em ajudar!

Atendo em meu consultório particular em Belo Horizonte, com escuta atenta, investigação completa e foco no bem-estar dos meus pacientes.

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